Beatles Covers: Ídolos e fãs

Veteranos do rock interpretam canções dos Beatles. Liderados pelo produtor Liminha, Dado Villa-Lobos, João Barone, Leoni e Toni Platão fazem show em BH Continue lendo

II Mundialito de Rolimã do Abacate

Uma avenida no bairro Salgado Filho, na região Oeste de Belo Horizonte, virou uma verdadeira pista de rolimã. Entusiastas e pais com filhos pequenos e toda a sorte de competidores desciam e subiam a ladeira para participar do II Mundialito de Rolimã do Abacate. Uma corrida que trouxe muita nostalgia para uma grande plateia, com uma brincadeira rara hoje em dia.

II Mundialito de Rolimã do Abacate

II Mundialito de Rolimã do Abacate

II Mundialito de Rolimã do Abacate

II Mundialito de Rolimã do Abacate

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II Mundialito de Rolimã do Abacate

II Mundialito de Rolimã do Abacate

II Mundialito de Rolimã do Abacate

II Mundialito de Rolimã do Abacate

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Protesto Belo Horizonte na Pampulha

Após o término do jogo Taiti e Nigéria, policiais militares continuaram com cordão de isolamento nas esquinas da avenida Antônio Carlos para evitar que os manifestantes chegassem perto do Mineirão. As fotos abaixo foram registradas no cruzamento da avenida Coronel José Dias Bicalho, no Bairro São Luiz. Algumas pessoas que tentaram dispersar do protesto, foram impedidas pelos militares. Uma bomba de gás lacrimogênio foi rebatida em direção aos policiais, que recuaram. Os manifestantes seguiram em direção ao Viaduto Santa Rosa, onde eles dispersaram.

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Exu, Pernambuco

Passei por Exu, de ônibus na BR-122, a rodovia Asa Branca, em direção a Juazeiro do Norte, Ceará. Literalmente pulei do veículo e pude sentir um pouco do clima daquela pequena cidade, terra natal de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. Um lugar remoto no sertão pernambucano, mas rico em cultura de um ilustre cidadão que completaria 100 anos hoje.

CasaCor 2011

Bem, antes tarde do que nunca. Cobri mais uma vez a CasaCor, maior evento de decoração e design de Minas. A edição 2011 foi no Alphaville, Lagoa dos Ingleses, em Nova Lima, Grande BH. Como sempre, boas ideias para ambientes dos mais diversos tipos. Valeu muito a visita, que rende fotos coloridas e gostosas de fazer! 🙂

Paris à noite, por Brassaï


Um rara mostra reúne fotos que o húngaro Brassaï fez nas madrugadas parisienses no início do século passado

Por Ivan Claudio (retirado da revista Istoé)

O fotógrafo húngaro Brassaï (1899-1984), mestre das imagens noturnas, nasceu na Transilvânia, terra na qual surgiram as lendas e a literatura sobre os vampiros “de verdade”. Mas seu gosto pela noite vem de hábitos mais mundanos e menos intelectualizados.Integrante do grupo de artistas que invadiram Paris no entre-guerras, ele era adepto do “flanerismo” boêmio: começava suas aventuras etílicas abrindo um bar e, na madrugada, já havia ajudado a fechar outros tantos – isso na boa companhia de Jean Cocteau, Henry Miller, Pablo Picasso ou Salvador Dali. Essas eram horas de diversão. Seu trabalho se iniciava mesmo no momento em que a agitação escasseava e outra gente tomava conta das esquinas. Brassaï montava então seu tripé e flagrava instantes mágicos da Cidade-Luz. Podia ser apenas a metrópole imponente em seus ângulos menos óbvios ou, então, a população que insistia em não cair no sono, na qual se incluíam, na mesma zona cinzenta, malandros, prostitutas, sem-teto e, claro, trabalhadores que começavam sua labuta antes dos primeiros raios de sol. Nessas horas, Gyula Halász, ou Brassaï (pseudônimo que vem de Brasso, cidade perto dos Cárpatos onde nasceu), assumia a fobia pela luz do dia. Queria apenas o lusco-fusco das horas mortas como se pode ver na exposição “Brassaï – Paris La Nuit”, que fica em cartaz no Espaço Cultural Unifor, em Fortaleza, e depois viaja para Recife, Curitiba, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Os policiais chamados “andorinhas” em razão da longa capa que usavam

Brassaï começou a fotografar por necessidade. Ele chegou a Paris vindo de estudos de arte em Budapeste e Berlim e, para sobreviver na cidade, passou a colaborar com revistas húngaras – escrevia a respeito de qualquer coisa, até sobre o Salão da Agricultura e a disputa de rúgbi entre a França e a Romênia. Para ilustrar os textos, inicialmente pedia a colaboração de amigos como os fotógrafos Eugène Atget e André Kertész. Mais tarde, passou ele próprio a assumir a produção das imagens. A ideia de fazer fotos à noite surgiu como interesse meramente pessoal em 1929. Três anos depois, um conjunto de 64 delas foi publicado no livro “Paris La Nuit”, considerado um clássico em termos de ensaios fotográficos e anterior ao registro da noite nova-iorquina feito por Weegee. A maior parte dessas imagens antológicas está na mostra, que reúne 98 fotos. Fazem-se presentes os fantásticos panoramas das estações de trem, dos metrôs e de monumentos públicos, sempre colhidos à contraluz. E também as fotografias mais abstratas, como a progressão geométrica dos calçamentos de ruas, tão nítidos e brilhantes que parecem ter sido lustrados antes do clique. Essas imagens encantam pela técnica: Brassaï se aproveitava da luz dos postes e, para criar efeitos, valia-se dos faróis de carros – o carro de Picasso sempre foi muito útil. As imagens que provocam mais a curiosidade são, contudo, aquelas do mundo dos cafés, bailes e casas de prostituição, como a famosa Chez Suzy. “O mais terrível na vida é o esquecimento. É por isso que fotografo”, disse Brassaï sobre a sua atividade. Graças a ele, essa Paris perdida no tempo ainda hoje nos encanta os olhos.